Durante evento de apresentação do modelo de carro elétrico, Alexandre Baldy, executivo da marca, destacou o avanço das vendas no país e a expansão da mobilidade elétrica no Brasil
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“É revolucionário. É tecnologia e inovação, mais performance. Para quem tem família grande, mas não quer abrir mão de ter aquela performance quando puder andar pelas estradas em um carro que vai rodar quase 900 quilômetros de autonomia”, afirmou o representante da montadora.
Durante a entrevista, a BYD também destacou um dado que considera emblemático para o crescimento dos carros elétricos no país: a forte presença da marca em cidades do interior. Segundo Baldy, o BYD Dolphin Mini, um dos modelos mais acessíveis da marca no Brasil, tornou-se o carro 100% elétrico mais vendido no varejo brasileiro dois anos após seu lançamento.
A liderança, segundo a montadora, não se concentra apenas nas grandes capitais. Cidades como Petrolina (PE), Arapiraca (AL) e Vitória da Conquista (BA) aparecem entre os mercados onde a marca ocupa o primeiro lugar em vendas. Nas capitais, a BYD lidera o segmento em locais como Rio Branco (AC) e também tem forte presença em Brasília (DF) e Palmas (TO), como disse o executivo.
Para a empresa, esses dados indicam que o consumidor brasileiro está cada vez mais aberto à mobilidade elétrica. “O brasileiro está ligado, conectado à tecnologia. Quando você fala em Rondônia, o preço da gasolina é mais de R$ 8 o litro. Hoje, os consumidores de Rondônia estão optando por um BYD porque rodam em um carro como esse, 150 quilômetros no modo elétrico, 900 quilômetros de autonomia total, que é o Atto 8. Aí ele fala assim: ‘Poxa, no meu dia a dia, eu me liberto do posto de gasolina. Eu vou economizar cinco vezes, optando por um carro elétrico, quando poderia utilizar a minha gasolina’. Então, quer dizer, é uma diferença muito grande, que chega de Rondônia ao Rio Grande do Sul, de uma maneira surpreendente”, argumentou Baldy.
O executivo também apontou os motoristas de aplicativo como um dos motores de crescimento da marca no Brasil. Segundo ele, já existem veículos da BYD com mais de 300 mil quilômetros rodados no país, demonstrando a durabilidade e o baixo custo de manutenção. “Para quem vive e precisa do carro para, de fato, colocar R$ 3 mil a mais na renda familiar mensalmente, quando ele opta por um BYD deixa para trás um carro a gasolina.” Segundo a avaliação da marca, o boca a boca entre passageiros também ajuda a ampliar a curiosidade sobre os carros elétricos.
A estratégia da BYD no Brasil também passa por oferecer modelos em diferentes faixas de preço. Enquanto o Atto 8 chega como um SUV premium, a marca destaca o Dolphin Mini, que parte de cerca de R$ 107 mil, como uma porta de entrada para a mobilidade elétrica.



