Ex-presidente segue na UTI com pneumonia; inflamação volta a preocupar; antibióticos são reforçados
A equipe médica de Jair Bolsonaro atualizou o estado de saúde do ex-presidente na manhã deste domingo (15/3). Internado para tratar uma pneumonia, ele apresentou melhora após ter a função renal comprometida. Mesmo assim, exames mostraram sinais de que a inflamação voltou a aumentar. Por isso, os médicos decidiram reforçar o tratamento com antibióticos. Bolsonaro segue internado e ainda não há previsão de alta.
Em um novo boletim, o hospital no Distrito Federal onde o ex-presidente está internado detalhou que ele permanece na UTI recebendo tratamento para uma pneumonia bacteriana: “O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração”, iniciaram.
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No entanto, diante das alterações observadas nos exames, os médicos explicaram que foi necessário ajustar o tratamento para combater a infecção: “Evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue. Em decorrência destas alterações, houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos”, afirmaram.
Por enquanto, a equipe reforça que o ex-presidente continuará sob cuidados intensivos e sem previsão de deixar a UTI: “Segue com suporte clínico intensivo e com intensificação da fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento”, declararam.
Na sexta-feira (13/3), o médico Cláudio Birolini alertou que Jair Bolsonaro corria risco de morte caso a pneumonia progredisse para insuficiência respiratória, condição em que os pulmões deixam de fornecer oxigênio suficiente ao corpo. Ele destacou que a equipe médica enfrenta um quadro extremamente delicado, que ameaça a vida do ex-presidente. Posteriormente, Bolsonaro apresentou piora da função renal.




