Apresentadora nega qualquer ligação com empresário acusado de crimes sexuais e diz que nome apareceu apenas em relatório bancário geral
Nesta quarta-feira (11/2), Luciana Gimenez se manifestou após ter seu nome citado em documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein. A apresentadora afirmou que nunca conheceu o empresário e que repudia veementemente suas atitudes. Ela explicou ainda que seu nome aparece apenas em um relatório geral de transações do banco em que mantinha conta, e não por ter recebido qualquer quantia dele.
No início do vídeo, Luciana se apresentou e reforçou que nunca teve contato com Epstein: “Tenho repúdio, ódio e nojo desse cidadão que se chama Jeffrey Epstein”, iniciou. “É um cara repugnante, um cara que estuprava mulheres, um cara que mantinha pessoas em cárcere privado e outras coisas que a gente nem sabe. E eu acordo e o meu nome está envolvido com este cidadão de quinta categoria”, disparou.
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Na sequência, Luciana contou que soube que seu nome havia sido citado nos documentos liberados e disponibilizados no site do Departamento de Justiça americano no domingo e, desde então, entrou em contato com o banco para entender por que seu nome estava entre as transações. Foi apenas no dia seguinte que ela conseguiu falar com um bancário e entender o que aconteceu.
Segundo Luciana, o bancário explicou que os documentos foram pedidos pela Justiça americana e que o banco liberou todo o histórico de transações daquele dia. Ela afirmou que provavelmente havia suspeitos ali, mas que seu nome estava listado apenas por ter realizado uma transação naquele momento: “São documentos referentes a todas as movimentações das pessoas que tinham conta neste dia”.
Luciana também afirmou que o documento estava com uma diagramação confusa e que dava a entender que o valor da transação era muito superior: “O valor está na outra página, como vocês podem ver, foi uma transferência de dentro do banco da minha conta de investimentos para a minha conta pessoa física de um valor de $22.09, que está aqui marcado”, a apresentadora explicou.
Gimenez afirmou ainda ter provas dessa e de outra transação e leu o e-mail que recebeu do banco explicando a confusão. Por fim, ela desabafou e afirmou que seu filho, Lucas Jagger, que mora em Nova Iorque, nos Estados Unidos, estava extremamente preocupado com a situação e os ataques que a mãe vinha recebendo no Brasil. Além disso, prometeu tomar medidas jurídicas contra as mentiras.
Jeffrey Edward Epstein foi um financista norte-americano acusado de comandar uma rede de tráfico sexual nos Estados Unidos. Ele morreu em 2019, após passar cerca de um mês preso por esses crimes.




